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Roteiro em Curitiba

Retomando, depois de muito, os escritos no blog! Ainda bem que só a escrita que estava atrasada, pois os passeios ocorreram – e muitos! Decidi, nesse momento de recapitulação, fazer um post índice de cada passeio, e à medida que conseguir, vou criando os posts adicionais com os links, para facilitar a busca e as dicas para os leitores!

Com o dólar ainda um pouco alto, e com as companhias aéreas que não dão mole em baixar os preços das passagens nos meses de férias escolares, aproveitei esse ano e em janeiro, após passarmos um tempinho no Rio, como falei aqui, aqui e aqui, fomos visitar Curitiba.
Eu havia ido à cidade há uns quase 30 anos, e mesmo assim, só para dormir numa passagem para Foz do Iguaçu.
Pois nessa visita, onde passamos quatro dias deliciosos, pude re-conhecer a cidade e, de minha parte, posso dizer: eu adorei Curitiba!

Há tempos prometia uma visita a amigos que lá moram, e enfim consegui realizar! E foi um barato! Falaram que por ser um período de férias, a cidade estava bem tranquila . Para se ter uma ideia, o Quintana, um dos restaurantes mais bem avaliados no Trip Advisor à época – e que eles queriam muito no levar, estava fechado em férias coletivas. Ainda assim Curitiba me surpreendeu muito positivamente, especialmente pela cena gastronômica: muitas coisas originais, caprichadas e bem cuidadas! Valeu mesmo o passeio!

Ficamos de 10 a 14 de janeiro – considere então que qualquer preço indicado será desta época. Apesar de defasado, acredito que ainda sirva de referência.

Vamos lá! Nosso roteiro, basicamente, foi:

Dia 1 – Jardim Botânico e Mercadoteca

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O Jardim Botânico é o cartão postal de Curitiba, onde há aquela estufa linda – que eu sempre achei que era a tal Ópera de Arame. Não confunda, não é! O jardim é lindo, bem cuidado e público. O passeio resulta em fotos lindíssimas. Há uma pequena área de estacionamento, mas as ruas próximas também oferecem locais adequados para parar. Como estávamos com amigos, fomos de carro, mas Curitiba já conta com serviço de Uber também.

O Jardim Botânico é grande, possui lagos e um jardim dos sentidos, onde há experiências olfativas e lindas para exercitar o olhar!

 

Para se ter uma ideia de quanto é bacana para crianças, uma das coisas fofas é essa ponte com caminho de pedras na frente da estufa:

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Foi uma tarde agradável, e certamente é um lugar que não pode ficar fora da lista de passeios em Curitiba. Mais informações sobre este lugar maneiríssimo você pode conferir aqui. Por se tratar de um parque público, entrada é gratuita.

O Mercadoteca mereceu um post!

Dia 2: Passeio Público, almoço no Madero, Parque Tanguá e Hard Rock Cafe

Um dia bem aproveitado, com ajuda do clima, que estava super agradável.

O Passeio Público é um grande parque verde, com brinquedos para crianças e áreas a serem exploradas.

 

Era o antigo zoológico municipal, e ainda há animais para visitação.

IMG_0092Na área das cobras, inclusive, havia uma vitrine onde estava a cobrona e um singelo camundongo… Quando vi que ele era o almoço, preferi sair de fininho! Achei que a realidade nua e crua da natureza podia assustar à pequena. Seguimos e as crianças ficaram brincando no parquinho – simples, mas daqueles que é difícil tirar a galerinha, que se diverte com roda-roda, escorregas e outros brinquedos.

 

Tanto o Madero quanto o Hard Rock Cafe ganharam um post próprio, pois acho que vale a pena detalhar as experiências.

 

À tarde, ainda conseguimos ir no Parque Tanguá.

 

Mais um lugar muito bonito, que rendeira fotos excelentes caso eu tivesse habilidade – obs: próxima missão de blogueira: especialização em fotos melhores…

Dia 3: Marbô, Mercado Municipal e Bistrozinho

Almoçamos num lugar lindíssimo e delícia, chamado Marbô. E à noite fomos no lugar mais especial para crianças que já vi: Bistrozinho! Claro que sobre os dois vou ter que dar mais detalhes, então, viram post também – notaram que os posts em geral dessa viagem são sobre comida, né…

Saindo da Marbô, que fica no Centro, fomos caminhando até o Mercado Municipal. Uma oferta incrível de frutas, legumes e alimentos em geral, estrutura bem organizada e legal. A construção é bonita, e dentro há ainda um grande CURITIBA para se tirar fotos. No andar de cima, bares e restaurantes para quem quiser matar a fome – ou a gula, de repente!img_0247.jpg

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Apesar de ser um lado mais bagunçado, essa é a versão mais original do mercado, não reformada.

Dia 4: Para não dizer que eu só penso em comida, um post todinho também para o “M.O.N Amour” – o Museu Oscar Niemeyer. Vale a visita mesmo! E o post. Dia também do Raposa Caramelo

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Fomos ao MON – Museu Oscar Niemeyer e fiquei absolutamente encantada. De lá conhecemos a Raposa Caramelo. Um lugar super fofo, também voltado para o público infantil. Os curitibanos sabem como agradar uma família! E, para fechar o dia, fomos enfim na Ópera de Arame, essa sim a original.

 

A Ópera é um grande teatro feito de estruturas de ferro tubular, encrustada no meio do verde. Fomos só para visitar, e infelizmente os acessos às proximidades do palco estavam fechados. Ainda assim, deu para ter uma ideia da grandiosidade e do quão legal deve ser assistir a um show naquele lugar. O site oficial indica a programação. Acho que deve ser um programa muito bacana e original para quem estiver de passagem pela cidade!

Dia 5: BarBaran e The Kettle (Chá com Simpatia)

 

No nosso último dia em Curitiba quis aproveitar para conhecer o que lá é comum, mas que eu nunca tinha ouvido falar ou tinha tido a chance de experimentar: “carne de onça”. Não, não é onça de verdade. É uma iguaria a base de carne crua, e fomos no lugar eleito um dos melhores da cidade, o BarBaran. Mas sobre ele preciso falar mais também, então…

Após o BarBaran, fomos numa casa de chá que fica exatamente em frente à Raposa Caramelo, e que me encantou tanto no dia que vi que consegui convencer todo mundo a voltar praquelas bandas. Se charme fosse um lugar, acho que seria a The Kettle. Sabe aquele lugar onde tudo está colocado com cuidado? Você nota o afeto em cada ponto da decoração. E as comidinhas eram afeto puro para o estômago também. Comi um bolo red velvet que valeu a insistência no retorno ao lugar.

Deixamos Curitiba com uma sensação gostosa, de dias bem aproveitados. Saí ainda com um desejo gastronômico: o brunch do hotel Nomaa, no restaurante Nomade, sobre o qual li aqui e que me faria querer voltar, com certeza! Tá, o Hard Rock Cafe também me faria voltar, sou fã – me julgue!

Se você tem alguns dias para passear, não quer viajar para fora, considere Curitiba! Uma capital charmosa, ainda com um quê de cidade pequena, mas com ofertas glamourosas de parques, restaurantes e ainda tem o Museu Oscar Niemeyer!

Vá, conheça e depois me conte o que achou!

*Tenho que terminar esse post com um agradecimento mais que especial ao Thiago, à Tania e à Julinha que nos receberam em casa com todo o amor que há nessa vida. Se nas suas contas você vir que faltou algum dia x restaurante, é porque houve momentos em que os mimos foram em casa mesmo. Muito obrigada, amigos! Muito da experiência tem a ver com a excelente companhia!

7 comentários em “Roteiro em Curitiba

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