Brasil

Gramado e Canela têm um que de Orlando

Ei, mas esse blog não é sobre Disney e Orlando?

 

Bom, pra quem está chegando aqui por agora, explico: esse blog começou com uma intenção – que era entrar pro Disney Moms Panel, mas como viajar é minha maior diversão, resolvi aceitar a sugestão de alguns amigos e falar sobre outras viagens que fiz, enquanto a próxima para Orlando está nos rascunhos; vejam relatos sobre outras viagens aqui e aqui.
E, claro: o título do post tinha que fazer uma relação com a minha paixão! Falo sobre Gramado e Canela, e acho que esse título é verdadeiro: as cidades gaúchas têm muito o que ver e fazer… E não deu para esgotar numa viagem só. Parecem o que? Orlando!

Muitas pessoas que conheço mantém uma relação com Gramado e Canela meio como a minha com Orlando: um amor, uma vontade de sempre voltar e ver o que há de novo! Então, enquanto não volto pro meu lugar de predileção, aproveito para relatar um pouco da última viagem… E espero que alguma parte do relato seja útil para quem vai com crianças, como eu.. Que fui num grupo com cinco, variando as idades de 3 a 8! Aceito dicas e comentários complementares, ok! Podem me ajudar, até porque eu já estou planejando a próxima ida: 2017 para o Natal Luz!

Vamos lá!

Chegamos em Porto Alegre e de lá alugamos um carro para ir para Gramado. Optamos pelo carro para poder passear; acredito ser mais econômico também, uma vez que se fosse somar todos os transfers e deslocamentos, certamente seria mais caro e menos cômodo. No caminho são cobrados dois pedágios, um de R$ 2,40 e outro de R$ 5,90. A estrada é boa, mas em muitos trechos é de uma pista só, então, muito cuidado no caminho, especialmente nas ultrapassagens.

Chegamos ao nosso hotel por volta das 16h. Ficamos no hotel Quero-Quero, e foi super tranquilo! Os funcionários – todos, todos sem exceção – eram muito cordiais. Vou falar mais sobre o hotel lá no fim do post!

Chegamos no tempo frio, aquele típico inverno! Mas sabíamos e estávamos preparados: havíamos comprado malhas térmicas para todas as crianças. Ainda assim é muito diferente do nosso clima usual do cerrado.

“Frio… frio… frio”… Já diria a Anna em Frozen

Ao chegarmos paramos para comer num lugar chamado Café da Banca, que era o que tinha perto e aberto naquele horário. Dica 1: muitos lugares fecham às 15h, então, planeje seu dia e seu almoço levando isso em consideração. Foi legal, conseguimos comer bem, mas foi meio corrido, devido ao horário. Ainda assim o lugar é charmoso e comemos (e bebemos) bem!!! Os pratos eram super bem servidos, e conseguimos conciliar uma comida gostosa tanto para adultos quanto para crianças. Era bem perto do hotel, fomos andando mesmo. Voltamos e saímos mais tarde para ir à Rua Coberta. Nossa, com o frio que estava foi até difícil andar, mas conseguimos ir à Catedral de São Pedro e ver o Palácio dos Festivais.

A linda Catedral 

Tentamos ir na Casa da Velha Bruxa, que já tinha ouvido falar, mas havia fila de espera… Devido ao horário e ao cansaço, acabamos indo pro hotel.

No dia seguinte fomos para o Snowland.

Sempre há muitos bonecos fofos para fotos 

Já tinha ouvido falar do lugar, tanto para o bem quanto para o mal. Mas estando lá, era um programa que não podia ficar de fora, ainda mais com tantas crianças. Dica 2: Compramos o ingresso com desconto pelo programa de fidelidade Km de Vantagem. Vale sempre checar as possibilidades para economizar alguns trocados.

Ao chegar, você recebe uma pulseirinha que faz as vezes de  uma magic band: ela serve de pagamento de algumas coisas, tais como aluguel de armário (paguei R$ 25 por um armário que coube a bolsa de três pessoas, e achei que valeu a pena demais, para não ficar carregando bolsa para lá e para cá).

 

Fomos logo para a Montanha de Neve. Dica 3: vá bem agasalhado! Lá é frio, e a roupa que o parque fornece pode ficar por cima das suas, aliás, é ideal que fique. Não sofri muito exatamente porque estava com um mega casaco por dentro da roupa do parque (o que dá para ver na foto acima – sim, eu pus a roupa por cima dele)… Já o pé… Senti frio, porque chegou uma hora que a bota não dava mais jeito… Então, dica 4: use uma meia própria para neve, ok. Vai melhorar o passeio. Eles guardam gratuitamente sapatos… Bolsas só mesmo no armário.

 

Lá estava tudo muito cheio.

Cheio padrão Disney

Na Montanha de Neve há de fato uma atração para adultos (maiores de 7 anos), o Tubing, e a pista de ski/snowboard, que é paga por fora, conforme informações do site oficial:

  • Aulas incluindo equipamento: R$ 130,00 – 50 minutos de aula + 1h de prática
  • Locação do Equipamento sem aula: R$ 60,00 – 1h de prática
  • Aula particular: R$ 199,00 (Agendar com 48h de antecedência enviando e-mail para escoladeneve@snowland.com.br)

Fomos uma vez no Tubing, e ficamos uns 20 minutos na fila. Uma amiga foi antes e chegou a pegar 45 minutos de espera… Padrão Disney verão, não? Valeu a espera, é legal, mas fui uma vez só.

 

Isso lá no fundo é a fila do tubing para maiores de 7 anos

As crianças tinham um tubing menorzinho, um escorrega numa piscina de bolinhas, e um show chamado Flokus, que acabamos não vendo. Esse tubing infantil foi sucesso: perdi a conta de quantas vezes minha filha foi. Eles saem de um castelinho e escorregam numa boia… Ela se amarrou.

 

 

Na montanha, de acordo com o que falam, você entra e depois de sair não pode retornar. Não sei como controlariam isso, mas a troca de roupa dá tando trabalho que não acho que alguém se anime a ficar lá o tempo que for, sair, tirar tudo e depois voltar. A roupa é fornecida pelo parque, e consiste de casacão, calça, bota e luvinha. Uma outra dica que li: a luvinha é de lã, uma linha fina, e molha fácil. Logo, se tiver uma luva melhor – impermeável até, vai fazer o passeio render mais, pois mão gelada atrapalha tudo…

 

Saímos da montanha depois de tomar um chocolate quente que eu achei uma delícia (R$ 12,00). Muito bom mesmo, tomei o tradicional e estava maravilhoso.

Não fomos à patinação porque a fila estava gigante. Mesmo. Desanimadora. De lá fomos com as crianças para uma área de lazer, com brinquedinhos (pagos) e um cineminha 7D. Não fui ao cinema, mas as crianças curtiram. Depois de brincar, de ver cineminha e pipoca, saímos para o outro cinema, esse eu fui e é um simulador de pista de esqui. Foi legal, e achei bacana porque deixam um banco na frente dos simuladores (individuais) para que as crianças que ainda não têm tamanho possam assistir junto com os pais…

Antes de irmos embora ainda paramos na Academia de Neve, e havia uma atividade pintar biscoitos. As crianças amaram. Minha cunhada acabou comprando um kit para levar para casa (R$ 39 reais, biscoitos e canetas), pois as crianças curtiram muito a ideia.

E aí aconteceram umas coisas padrão Disney e outras que acho que merecem atenção: ao chegar no hotel, vimos que no kit veio faltando exatamente as canetinhas para escrever nos biscoitos. Minha cunhada ficou super chateada, mas eu, que não deixo passar, mandei um email para o Snowland. Relatei o ocorrido e recebi uma resposta pedindo desculpas e falando que poderíamos passar lá e pegar outro kit. Não satisfeita, agradeci e disse que deveriam deixar no meu hotel, uma vez que não foi culpa minha o kit ter vindo errado – se o Snowland não fosse uma área mais distante, se fosse na cidade, eu até me disporia a ir, mas não era o caso. Recebi uma outra resposta do Daniel, responsável pela área, super solícito: novamente pediu desculpas e se prontificou a deixar as canetinhas no nosso hotel. Padrão Disney aí! Fiquei super feliz. E deixaram mesmo; apesar de eu dizer que não precisava deixar os biscoitos, só as canetinhas, deixaram um kit novo.

 

E aí a parte que acho que merece atenção: lá, durante a atividade, as crianças brincavam com canetinhas de 5 cores – razão pela qual minha cunhada comprou o kit (uma caneta para cada criança). No kit que deixaram, vieram duas canetinhas (uma verde e uma preta). Eu, chata que sou, mandei outro email agradecendo a gentileza, mas perguntando pelas canetas. O Daniel me respondeu que o kit vem mesmo com duas canetas só, que as cinco são só para a atividade lá.

Bom, isso certamente pode melhorar: deve ser avisado, pois acho que qualquer pessoa que compre o kit vai imaginar que o mesmo virá com as 5 canetas. Ainda assim curti o jeito que agiram, a gentileza de levar lá no hotel (mesmo que eu tenha que ter pedido expressamente). Para ser mais padrão Disney: não deveria vir faltando a caneta, e em eu avisando eles deveriam levar sem eu nem mesmo pedir. Fica a dica, Snowland! Por outro lado, entendo que eles foram muito bacanas pela confiança. Afinal, eles não questionaram em nenhum minuto o meu pedido, e nem pediram comprovação da nossa ida, da compra, etc. Ponto para o atendimento ao cliente, Snowland.

Saímos de lá depois das 15h, e com o problema de onde comer. Meu cunhado havia recebido a dica de ir a um café colonial, uma refeição super tradicional de Gramado… Bom, é aquilo: eu particularmente prefiro uma comida mais elaborada… Acho que o grande atrativo do café colonial é a quantidade… Muito de tudo! E eu prefiro uma experiência mais cuidadosa do que volumosa… Enfim… Eu particularmente não acho que é o melhor programa… Mas é tradicional, e há vários espalhados pela cidade. Se é o seu barato aquela refeição que mistura meio café da manhã com almoço, se jogue… Se preferir algo mais elaborado, a cidade oferece muita coisa bacana. Não tirei fotos porque o celular estava sem bateria. O lugar era agradável e tradicional, a comida era boa, mas não me encantou… Foi bacana que apesar de estar previsto, não cobraram as crianças. Se esse tipo de comilança for o seu barato, escolha o seu lugar, e depois me conte se sua experiência foi muito marcante, ok!

No terceiro dia acordamos e fomos para o Alpen Park.

Lá funciona assim: você pode comprar um passaporte que dá direito a algumas atrações ou pagar ingressos individuais para cada uma delas. Ouvi pessoas comentando que conseguiram comprar passaporte com desconto, e dessa vez não pesquisei. O pessoal acabou indo ao trenó – que é o grande barato do parque – e eu fui no super salto! Muito legal!

O trenó acabei não indo, e depois me arrependi, pois disseram que foi muito legal, mas a fila estava enorme, em torno de 50 minutos… Não dava para encarar depois de todo mundo já ter saído. Ainda tem montanha-russa, um cineminha 7D e uma área de lazer, tipo aquelas de brinquedoteca. As crianças ficaram, mas não é nada diferente do que se vê nos shoppings. O passaporte sem desconto custava R$ 85. Ouvi um outro visitante comentar que pagou R$ 72. O passaporte permite ir diversas vezes em parte das atrações, o que deve valer a pena em época de baixa temporada. No dia que fomos, a fila do trenó – que era a atração mais concorrida – estava na faixa de uns 50 minutos. Há ainda opções que não entram no passaporte, como tirolesa.

Uma coisa que achei bacana: acabamos comprando ingressos para atividades que as crianças não quiseram ir… E eles ressarciram o dinheiro sem problemas. Muito bom pro cliente também isso.

O Alpen Park fica ao lado da vinícola Jolimont, que seria um passeio bacana (amigos foram e curtiram), mas como precisávamos levar as crianças para almoçar, acabou não rolando… Mas aí que veio uma das grandes descobertas da viagem: o Empório Canela!

Um restaurante com uma pegada muito legal: ele é livraria, restaurante, loja de artesanato… Tudo ao mesmo tempo! E conseguiram alocar os 11 viajantes numa única mesa! Foi uma refeição deliciosa…

 

 

 

Quadrinhos com mensagens – vendidos na lojinha

Para terem uma ideia, acho que pedimos quase todas as sobremesas possíveis da casa… Mas também, olhem que convite à gula:

 

 

 

E, como dica top do que comer, se você não for vegano ou vegetariano: filé ao molho de vinho do porto! Nossa, pra mim foi o melhor de todos!!!

 

Foi uma experiência mega bacana, tanto que por opção acabamos almoçando lá mais um dia da viagem…

Nosso quarto dia foi um daqueles que rendeu! Acordamos e após o café delícia no hotel fomos à Aldeia do Papai Noel. Dica (vou parar de numerar para não me perder): lá só aceitam pagamento em dinheiro – o que particularmente eu continuo achando um absurdo, em se tratando de uma atração tão turística. Mas, paciência. R$ 24 a entrada de adulto, menores pagam R$15 a partir de 2 anos.
Bom, tirando essa questão da entrada, eu curti muito. As crianças mais ainda.

É um lugar lindinho demais, você entra e já tem um Papai Noel recepcionando as crianças. Uma sala com espelho para que elas finjam estar vestidas de Papai Noel.

 

O parque é cheio de recadinhos carinhosos

Uma área para você escrever desejos que depois podem ser colocados numa área ao redor de uma árvore… Essa área está cheia de plaquinhas já, de tantos e tantos desejos já feitos pelos visitantes!

Há a casa do Papai Noel, que é bem fofinha.

 

 

 

Minha filha achou a chupeta dela, rsss

A área é bem cuidada, e há algumas atrações pagas, como os passeios de monorail (olha aí Orlando, gente!) e de trenzinho. Você paga o passeio em dinheiro ao recepcionista/motorista e ao sair ganha uma canetinha de brinde.

 

#Monorail feelings

Há uma vila onde há bonecos de neve e “neve” (de sabão), capelinhas… Vimos “medidores de abraços” e há também um carrossel.

 

Há também um cercado com dois cães são bernardo, e em todo o tempo que ficamos lá eles estavam dormindo. Fiquei com dó dos bichinhos… Apesar de haver um mega informativo de que eles são cuidados, vacinados, alimentados, etc…

Há uma área com renas também, esta mais ampla e foi possível ver as ajudantes de Papai Noel passeando. Tinha ouvido críticas ao lugar, mas acho que estando com crianças, é um passeio super bacana. Elas gostaram muito e se divertiram bastante.

De lá saímos e almoçamos num rodízio, a Chama de Fogo. Almoçamos bem, as carnes eram boas e o atendimento também. Havia um bom buffet de saladas. Custava R$ 89 por adulto. Não lembro exatamente quanto, mas cobraram crianças a partir de 6 anos.

 

 

 

 

 

Tirei fotos do ambiente e do buffet para dar uma ideia… Foi uma experiência bacana, mas nada de diferente de um bom rodízio fora de lá. Eu prefiro ambientes e experiências originais, diferentes das que posso achar na minha cidade… Mas se você gosta de um bom rodízio, recomendo também. Dica: sei que é difícil encarar um rodízio depois de tomar café, se for cedo – mas fomos por volta das 12h e foi o melhor, pois ao sair havia fila de espera.

Depois do rodízio, para “desgastar”, fomos dar uma volta no Lago Negro. Que lugar bonitinho…

 

 

Todos do grupo foram andar de pedalinhos – que podem ser um cisne ou um barco pirata. Eu, maridão e um sobrinho que dormia declinamos. Tenho que confessar: eu odeio pedalinhos… Podem me julgar, mas odeio. Não vejo graça, me cansa e não me divirto. Por sorte, dindos e titios motivados levaram a pequena para passear. Então, todos se divertiram passeando no lindo “Lago Negro da Força”, como chamou meu marido. Ainda fizemos o circuito ao redor do lago, que chega a quase 800 metros. Paisagens lindas e as crianças curtiram.

Preços do pedalinho
Sei que preciso melhorar minhas habilidades fotográficas, 
mas dá para ver os tipos de pedalinho
 

Como a partir desse dia a gente conseguiu fazer o tempo render, saindo do Lago Negro ainda fomos para o Le Jardin – Parque de Lavanda.

É um lugar bem lindo, com plantação de lavandas, uma área verde bem legal. Quando fomos, não estava na época da florada, mas o lugar é bem lindo, e tem uma lojinha onde dá vontade de comprar tudo! Produtos de lavanda, verbena, tudo que eu gosto! Resisti bravamente, afinal, como sempre digo, estou sempre pensando nos dólares para a próxima ida a Orlando.

 

 

 

 

Foi uma parada bacana, as crianças ficaram correndo no jardim, havia uma casinha de madeira onde brincaram bastante – criança precisa de pouco para ser feliz, não? No jardim há também uma bicicletinha cor de lavanda que é uma fofura, e rendeu fotos lindas!

A entrada no Le Jardin é grátis, eles só pedem para agendar por telefone a visita caso o grupo tenha mais de 12 pessoas. Foi uma boa parada para descansar e encher os olhos de beleza! Meus cunhados ainda compraram várias plantinhas para trazer para Brasília.

 

Acho que vale o passeio, se o tempo estiver disponível. O lugar rende umas fotos bem legais! Só cuidado com o acesso, que é bem numa auto-estrada, perto de uma curva! Muita atenção!

De lá o fôlego ainda permitiu que fôssemos no Reino do Chocolate Caracol.

Em Gramado há muitas fábricas com visitação, e optamos pela Caracol porque havia a possibilidade de confeitar o próprio chocolate. Acaba que chegamos lá e havia duas questões com essa atividade: era paga (acho que uns R$ 15 por criança) e demorava meia hora para o chocolate ficar pronto. Optamos por fazer somente o tour normal (R$ 12,00 por pessoa). Você vê a fabricação do chocolate e depois passa por uma área temática, que explica várias coisas sobre o chocolate.

 

 

 

 

 

As crianças gostaram, então achei que valeu o passeio. No final, obviamente, a gente sai na lojinha e café da Caracol. Mas achei um lugar legal, com muitas opções de chocolates – de todos os preços. Se você pensa em levar lembrancinhas para alguém, talvez seja um lugar bacana para escolher essas miudezas!

Conselho legal!

De lá ainda tivemos energia para a última parada: no Boreal Rasen Gastropub. A Rasen é uma cervejaria local, e o pub fica na Borges de Medeiros e – descobri depois – tem estacionamento. Nós acabamos parando na rua, e aqui uma outra dica importante: lá existem parquímetros, e você precisa pagar o estacionamento em máquinas disponíveis na rua. Se estacionar nas chamadas zonas azuis e não estiver com o ticket, o carro pode ser multado. A partir de um determinado horário o estacionamento é liberado. Preste atenção para não levar uma multa desnecessária!

Fomos cedo, pois nosso público não era muito de balada. Mas tinha ouvido falar super bem do lugar e no fim achei mesmo muito legal! Como chegamos num grupo grande e com muitas crianças, a hostess nos colocou numa sala meio particular!

Achei o máximo! Ficamos super à vontade e apesar de o bar ainda estar vazio, fiquei com a sensação de que ali não seríamos incomodados e não incomodaríamos ninguém. A decoração é toda inspirada em um lugar muito frio: muito banco de pelo, esquimós, pinheiros… Tudo relacionado ao frio.

 

 

 

 

Tomar só um copinho de chopp… Brincadeirinha! Nesse dia
eu era a amiga da vez – olha o copo de guaraná ali na frente!

De lá fomos para o hotel, porque o dia foi intenso!

No dia seguinte, fomos de novo para a região de Canela. Após o café fomos conhecer o Parque do Caracol. O parque é uma área administrada pelo governo, com muitas trilhas, cachoeiras para admirar – a do Caracol dá nome ao parque.

Lá é mais um lugar cuja entrada tem que ser paga em dinheiro. Lembrem disso! Entrada para adultos: R$18,00 e crianças de 2 a 11 anos pagam R$ 9,00. É um passeio muito bacana para quem gosta de contato com a natureza! A cachoeira é linda mesmo, uma queda d’água gigante.
Como tínhamos uma reserva para almoço cedo – grupo grande não consegue reserva em horário alternativo, né – acabamos ficando pouco tempo lá! Aproveitamos para ir na estação Sonho Vivo (paga à parte), onde andamos de trenzinho até uma vila.

 

 

As crianças gostaram bastante. É daquelas coisas que os adultos acham bobo, mas as crianças curtem e se divertem. Valeu a visita, e se não estivéssemos com a agenda tão apertada, certamente teríamos ficado mais tempo.

Mas o Magnólia nos aguardava! Outra grata surpresa em Canela. Aliás, a cena gastronômica de Canela me surpreendeu! E o Magnólia contribuiu para isso! O ambiente é muito bacana, o atendimento super solícito… E tem uma sala de cinema dentro do restaurante! À noite há uma programação de clássicos como Casablanca. O restaurante se divide nos cômodos de uma grande casa, e cada um com uma cor meio temática. Tudo muito vintage e muito lindo! O cardápio é que nos deixou um pouco “frustrados”, pois a oferta é bem menor que a do Empório Canela – são restaurantes da mesma chef! Ainda assim, se estiver em Canela e for do tipo que come com os olhos – para quem o ambiente influencia – pode apostar no Magnólia! Olhem que máximo – mesmo com a minha inabilidade fotográfica dá para ter uma ideia do quão bacana é o lugar:

 

 

 

 

Nós ficamos no salão azul!

 

 

Muito boogie esse lugar!

 

 

Um senhor cinema clássico para ver os clássicos

 

Apresentação linda do prato! 

 

 

Aquela louça tipo da vovó! E com pintura dentro
da xícara! Fiquei fã mesmo!

O restaurante ainda tinha brinquedoteca! Quem tem filhos sabe o quanto isso é uma mão na roda. E durante a tarde que passamos lá, eles passavam programas infantis no cinema! As fotos no site oficial estão bem melhores que as minhas, e achei-as bem verdadeiras! Vale ver aqui. Acabamos almoçando porque não conseguimos uma reserva para tanta gente em outro horário! E vimos grupos grandes chegando, então, se desejar conhecer, sugiro fortemente uma reserva! O local está na moda e merece a fama que tem. Eles tem algumas promoções à noite, tipo rodada dupla de drinks. Vale pesquisar no site, onde também colocam a programação do cinema. Um domingo por mês oferecem brunch. Deve ser bem bacana também.

Depois de um almoço que foi a tarde toda, voltamos a Gramado e aproveitamos para conhecer o MiniMundo. Chegamos lá perto das 17 horas, e pensei que o parque já ia fechar. Na verdade ele fecha a entrada às 17h, mas quem está lá pode ficar até as 18h. Foi suficiente para ver tudo com calma! O lugar, pelo que entendi, foi construído por um avô apaixonado, e com o tempo virou uma atração turística. Ele cresceu, e é uma área com várias construções em tamanho de maquete. As crianças gostaram, mas eu particularmente achei mais bonitinho do que elas… É um lugar bacana, pois há mascotes, uma bruxinha simpática que passeia pelo parque e até mesmo um limpador de chaminés – esse, infelizmente, não tirei foto.

Abraço gostoso no mascote do parque

 

 

 

 

Foto tirada pela pequena

E pra não esquecer da Disney em nenhum momento, há aqui também uma réplica do Castelo de Neuschwanstein, que foi a inspiração de Walt Disney para o castelo do parque Disneyland.

 

E o Kikito de melhor blogueira vai para… 

De lá, voltamos para o hotel e parte do grupo resolveu ainda sair para comer uma sequência de fondue. Sim, mesmo depois do super almoço do Magnólia, a gente ainda conseguiu encarar mais uma gordice!
A sequência de fondue é algo bem tradicional em Gramado também, e há muita oferta. Não tínhamos nenhuma referência, então demos uma incerta no Peixe Urbano – sempre buscando fazer o dinheiro render. Achamos alguns que pareceram interessantes, mas ao ligarmos descobrimos que faziam diferença entre pagantes normais e pagantes promocionais. Acaba que o Swiss Cottage não fazia essa distinção. Achamos simpático e resolvemos tentar. Como não podíamos reservar mesa, não sabíamos se haveria lugar ao chegar. Era um sábado, e à noite a busca podia ser grande. Bom, chegamos e havia sim uma mesa para o nosso grupo (4 adultos e 4 crianças). Sentamos e comprei o cupom ali na hora. Ponto para a casa, que falou que não haveria nenhum problema em fazer desse modo! A sequência de fondue custou R$ 137,90 para dois adultos – via Peixe Urbano. Não me lembro o preço normal, mas o descontinho sempre ajuda!
Bom, começa pelo de queijo, passa pelo de carnes na chapa e termina com o de chocolate. Lá me apresentaram a uma coisa que pensei: como ninguém nunca na vida me mostrou isso??? Fondue de queijo com goiabada! Dos deuses essa ideia! E a sequência era bem servida, mesmo! Tanto que pedimos para repetir o de queijo e fomos prontamente atendidos. Muitos molhos e no fim, no de chocolate, ainda vinham – além das frutas – biscotinho waffer e marshmallows. As crianças amaram.

Descoberta do século: fondue de queijo com goiabada

 

Voltamos felizes para o hotel.

Domingo foi mais um dia em que tivemos uma experiência gastronômica bacanérrima e que acabamos o dia também em Canela. Mas vamos do começo: havíamos ouvido falar do Ecoparque Sperry, e do restaurante que há lá dentro, o Bérga Motta. Fomos para o parque, que é mais um lugar bacana para fazer trilhas e ficar em contato com a natureza. Minha filha ficou encantada porque achamos várias joaninhas no lugar! Ela teve o prazer de conhecer uma ladybug ao vivo.

Ladybug 

 

Slackline pros visitantes

 

Vários pés de laranja e tangerina – ops… Bergamota

 

 

Muita natureza

A entrada do parque custa R$ 12,00 para adulto e R$ 6,00 para criança, mas esse valor é abatido do buffet de almoço para aqueles que optam pela refeição – R$ 60,00 o preço do buffet, que inclui sobremesa.

O restaurante é bem legal, comida caseira com gosto de fazenda, sabe. Tomei o melhor suco de tangerina da minha vida! Sério. Tangerina, não: bergamota!

 

A área é linda, tem redário e ainda uma hortinha, de onde saem produtos para o restaurante. As crianças amaram o ambiente!

 

 

 

Aquela dica importante de novo: não aceitam cartão, nem de débito e nem de crédito! Então, se quiser almoçar e conhecer, leve dinheiro! O restaurante abre somente nos finais de semana e feriados, e fica bem cheio. Chegamos cedo e foi tranquilo. Ao saírmos, havia uma mega fila de espera… Como é um programa bacana para o fim de semana, não é um local só para turistas. Os próprios moradores da região vão em busca do que o restaurante chama de “comfort food”.
Saímos felizes do restaurante e literalmente nos esparramamos no parque… Os homens resolveram fazer ainda uma trilha, e as mulheres e crianças ficaram deitadas na grama, sob os pés de laranjeiras… Ficamos lagarteando um bom tempo, curtindo um fim de tarde gostoso, sem pressa… A essa altura, o clima da região tinha melhorado muito, não fazia mais o frio do começo da viagem…

A preguiça durou um tempinho e de lá fomos andar de bondinho. É um programa legal, mas achei um pouco caro para o que oferece.

R$ 39,00 para adulto e R$ 19,00 para criança (mas aceitam cartão). São duas estações no passeio, sendo que na primeira tem o que achei o melhor, que acabou compensando o preço: uma área com esculturas em madeira do artista Masaharu Hata. São animais de madeira e ao passar ou girar um pedaço de madeira, as esculturas imitam o som dos animais. Com crianças, o sucesso é garantido.

 

Há trilhas com árvores identificadas, e vale o passeio pelo contato com a natureza. Mas de longe achei as esculturas o mais interessante.
A segunda estação leva a um mirante, e você vê a cachoeira do Caracol de outro ângulo, bem mais longe. Andar de bondinho é divertido, então, tirando o preço que achei um pouco caro, valeu o passeio.
De lá, partimos para Canela, para a última farra gastronômica do dia: a Pizzaria Toca da Bruxa. Eu havia descoberto a pizzaria nas minhas andanças pré-viagem. Pré mesmo, porque, antecipada que sou, havia feito uma reserva para o grupo com dois meses de antecedência. E olha, vou te falar que foi a melhor coisa: quem chegava lá sem reserva teria que encarar uma fila de aproximadamente duas horas.

O lugar é temático e criativo. Há uma salinha para que as crianças façam a própria pizza.

Lugar para as crianças fazerem a própria pizza

Durante o jantar, aparece uma bruxa mesmo e passa por entre as mesas – o que causou um certo pavor nos pequeninos do grupo… Mas a gente contornou, falou que a bruxa era boazinha e ficou tudo bem. Lá eles oferecem rodízio ou à la carte. Pelo preço da pizza, optamos pelo rodízio. A pizza é boazinha e tinha muita variedade, o atendimento era bem solícito. Amei mais os detalhes, como o potinho para descartar os pedaços que ficavam:

 

A área onde servem à la carte é o Cemitério. Gente, muito legal a ambientação. Padrão Orlando, não:

 

 

Pra fechar o circuito gastronômico de Canela – e a cena surpreendente sobre a qual falei – antes de ir pra pizzaria acabamos conhecendo um outro lugar muito bacana, o Container Bistrot. Como chegamos um pouco antes do horário que a pizzaria abria, fomos lá fazer uma horinha pra passar o tempo. Pense num lugar agradável! Eu descobri por acaso, pois ele ficava pertinho da praça da Catedral de Pedra, e paramos o carro quase em frente. Quando o grupo todo se juntou a gente resolveu parar ali para um chopp/café e eu especificamente para dar um pão de queijo para a minha-filha-que-não-come-pizza… Que lugar agradável.

 

 

É um bistrot dentro de uma loja de decoração, com direito a área para as crianças brincarem. Fiquei encantada, o cardápio era bem interessante e foi uma pena não termos podido explorá-lo. Ficou para a próxima ida.

No dia seguinte – último dia inteiro para passear – fomos no Parque Terra Mágica Florybal. Mais um que compramos ingresso com desconto pelo Km de Vantagem. O parque é bem grande, e as crianças se amarraram. Eu achei, como diria meu marido, “curioso”. Ele tem diversas áreas temáticas, e vai do dinossauro aos deuses gregos, passando por espaço de fé e índios. Muito curioso! Mas tem escorregas, teatro, apresentação de fantoches… Apesar de eu ter achado tudo muito intrigante, as crianças – de novo – curtiram muito! Havia uma atração – o voo do pterodáctilo – que parecia bem interessante, mas a fila estava por volta de uma hora. Declinamos.

 

 

A rainha do gelo no teatrinho

 

 

No final, antes de ir embora, ainda fomos na casa do mago Florybaldo. É um “mago” que pede que as crianças o auxiliem a fazer feitiços. Elas colocam capas e chapéus e mexem o caldeirão. Ele passa mensagens positivas, tipo “acredite nos seus sonhos”… Achei bonitinho… E a pequena se amarrou!

 

Uma coisa que achei interessante: eles vendem dinossauros de chocolate! E num preço até razoável. Há pacotinhos de R$ 8,00 – e crianças geralmente adoram dinossauros. Seria uma boa lembrança!

De lá, a pedida foi visitar mais uma vez o Empório Canela! Gostamos tanto do lugar que decidimos repetir a experiência. E mais uma vez curtimos muito: conseguimos, após uma pequena espera, ser acomodados na mesma mesa da outra vez. Lembrando que éramos um grupo de onze, o que dificulta sobremaneira conseguir a proeza de sentarmos todos juntos. Mais uma vez o restaurante deu um jeito e nos acomodou. O atendimento realmente contou muito para a experiência. A comida, novamente, deliciosa. Sobremesas idem.
Para finalizar a tarde em Canela, saímos caminhando até os “guarda-chuvas”… Havia visto várias referências a eles em sites sobre a cidade, e apesar de haver guarda-chuva por toda a cidade, o ponto “oficial” é em frente ao teatro Casa de Pedra . Procurando por aí, vi que a cidade se colore de guarda-chuvas na temporada de inverno…

 

Vi fotos deles cobrindo a rua principal. Dessa vez, no entanto, eles estavam sobre a calçada do Casa de Pedra. Fica um lugar bonito e interessante de ver. Entre o Empório Canela e o teatro, passamos por pracinhas, termômetros, maria-fumaça… Tudo muito bonitinho! A cidade é uma fofura.

Voltamos ao hotel e as crianças estavam animadas para fazer uma festa do pijama. Um dos casais se dispôs a ficar com todos e deu um “vale night” para os outros adultos. Aproveitamos para conhecer rapidinho a Gram Bier, cervejaria artesanal que tem um pub pequeno, mas super bacana. Era bem perto do hotel, e não queríamos demorar. Foi mais para conhecer mesmo e fechar a noite! Boas opções de cerveja, petiscos… Se você gosta de cerveja, é um lugar legal para ir e até mesmo para comprar presentes para os que apreciam a bebida.

Foto: aqui

No dia seguinte, nosso último dia, acordamos para o último café delícia no hotel. O grupo de familiares já ia embora, pois o voo era cedo. O nosso era mais tarde, e ainda deu tempo de conhecer o Mundo a Vapor.

 

 

Nesse dia amanheceu chovendo muito – ainda bem que foi o único dia que tivemos esse clima. O Mundo a Vapor resolvia dois problemas: conseguiríamos ver num tempo razoavelmente curto e é uma atração fechada. Perfeito!

Ingressos (no cartão) custaram conforme a tabela acima. Lá há várias estações onde demonstram a utilização de fontes de energia – a vapor, eólica, termelétrica.

 

 

O que mais curti foi “a menor fábrica de papel do mundo”: eles mostram como é feito o papel e ao final da apresentação nos presenteiam com um pedacinho de papel feito lá!

 

 

Pra fechar, ainda tem um passeio de trenzinho! Pergunta se a pequena curtiu? Valeu o passeio!

 

De lá ainda paramos para comprar aquelas lembrancinhas que não podem faltar… Por comodidade, paramos na Lugano, mas há em toda a cidade lojas da Caracol, Florybal e outras marcas. Passamos no hotel para pegar nossas malas – já havíamos liberado o quarto e feito o check out. Como estava chovendo, resolvemos sair cedo e tentar visitar o templo budista em Três Coroas, que fica no caminho para Porto Alegre. Havia lido boas resenhas sobre o passeio – e aí veio a furada de planejamento: depois de sair de Gramado, pegar a estrada, subir uma pirambeira para chegar ao templo, descobrimos que ele só é aberto à visitação de quarta a domingo (era terça-feira). Eu tinha lido isso, e me esquecido completamente. Os restaurantes bacanas sobre os quais ouvi falar também não funcionavam segunda e terça, talvez exatamente para casar com a visitação ao templo. Resultado: perdemos um tempinho que poderíamos ter gasto lá em Gramado mesmo. E não sobrou tempo hábil para comer um almoço com calma… Deixamos para fazer um lanche no aeroporto, para evitar problemas.

Algumas considerações sobre o passeio como um todo:

Como disse lá no começo, eu achei que faltou tempo, apesar de ter passado uma semana lá. Queria ter feito mais coisas, mas tudo bem… Como Orlando, Gramado e Canela não são lugares para uma visita só.

Passeios às vinícolas com direito a Maria Fumaça ficaram para a próxima. Teríamos que sair muito cedo, e é passeio de um dia inteiro… Preferimos deixar para outra visita. Outra coisa que me falaram que é um programa legal para crianças e que não se encaixou na nossa logística foi a Pizzaria Cara de Mau. Ela também é temática, mas nos enrolamos e acabaríamos jantando pizza duas noites seguidas para conseguir ir lá. Também ficou para a próxima. A vinícola Jolimont era perto, mas também não coube na nossa agenda… Parar com calma na Borges de Medeiros, andar pra lá e pra cá pelo centrinho de Gramado também não foi uma atividade que consegui fazer do jeito que eu queria. Fica para a próxima também.

Outra consideração: passamos sete dias lá e a maior parte dos nossos passeios foi em Canela. Se soubesse disso, talvez buscasse uma hospedagem lá, pois pelo que me falaram é bem mais em conta que Gramado. Uma cidade é muito perto da outra, e como não exploramos muito o centro de Gramado, ficar em Canela teria sido uma opção viável. Mas já foi e está tudo certo. Mas fica a dica: se for para lá com crianças, for alugar carro e tiver a intenção de ir mais ou menos às mesmas coisas que fiz, sugiro estudar ficar em Canela para proteger o bolso!

Outra coisita: acho que o passeio com crianças fica bem diferente… Adultos têm outro ritmo… Talvez valha a pena explorar os passeios às vinícolas se estiver sem pequeninos, focar em boas refeições… Mas aí é uma avaliação pessoal do seu grupo de viajantes.

Não fizemos o passeio ao Museu de Cera e Vale dos Dinossauros porque já havíamos visitado em Foz do Iguaçu. Há diversos passeios que envolvem carros, e nosso público também não era muito fã. Mas avalie, se for o caso da sua turma, conhecer o Hollywood Dream Cars, o Harley Moto Show, o  Super Carros e assemelhados.

Nosso hotel: escolhido por indicação de uma amiga da minha cunhada, o Quero-Quero nos atendeu plenamente.

Prédio de apartamentos

 

Chalés ao fundo e mais à frente o parquinho que
fazia a alegria das crianças

 

Ele fica afastado da cidade, então para ir para o centrinho é preciso carro / táxi. Como alugamos carro, isso não foi um problema. O primeiro quarto que ficamos teve um problema com o ar condicionado, e nos trocaram em seguida. Ainda bem, porque ficar sem dormir por conta de barulho é muito ruim. O hotel tinha um verdadeiro café colonial de manhã, muito bom mesmo. Muita opção de frutas, frios, bolos e pães.

 

 

 

 

 

 

E mais: se pedisse uma coisa, no dia seguinte davam um jeitinho de atender. No fim de semana montaram pula-pula na área externa e a criançada se amarrou. Eles têm piscina aquecida, mas nem tivemos oportunidade de ir. Há uma casinha e balanços na área externa e as crianças nem ligavam para o frio.

No dia de ir embora, ao fazer o check out, nos deram uma sacolinha de boa viagem! Eu amo esses mimos! Além disso, foram solícitos, receberam encomendas, imprimiram documentos sem cobrar… Realmente atendeu muito bem.

Fofura que me lembra o cruzeiro

 

 

 

Kit boa viagem

Eles possuem apartamentos (mais novos) e chalés (mais espaçosos, mas antigos). Pesquise qual hospedagem se encaixa melhor no seu grupo. Ficaria lá de novo? Tranquilamente. Talvez não fique se eventualmente conseguir ir ao Natal Luz, que é minha meta. Aí, pretendo ficar lá no meio da cidade, para poder fazer os passeios todos a pé.

Foi uma experiência super bacana e recomendo a todos irem a Gramado e Canela! Valeu muito mesmo!

Espero que as dicas ajudem e aceito complementos! Quem quiser me ajudar a melhorar o post, fique à vontade!

E corra para Gramado e Canela! Você não vai se arrepender!

 

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