Brasil

Foz do Iguaçu – Maravilhas do nosso Brasil

Você conhece Foz do Iguaçu? Se não conhece, acho que merece colocar esse destino na sua listinha de lugares a conhecer…
Como já havia mencionado quando fiz o post sobre Petrópolis, a crise me fez dar uma baixada de bola com relação a passeios cuja moeda não seja a mesma do meu contra-cheque. Quero muito ir para Orlando – fico buscando promoções que permitam concatenar tudo – mas enquanto isso, a gente vai viajando por aqui.

E não é que fizemos uma viagem super ultra mega legal agora na Semana Santa de 2016? Qual o destino? A brasileiríssima Foz do Iguaçu.

Um lindo arco-íris para saudar os visitantes…

Vou tentar dar as coordenadas e dicas do que fizemos, com os preços de março de 2016 para terem uma ideia. Ah, e lógico: nada é publi! Tudo foi pago do meu bolso, com meus suados reais!

Chegamos na quarta-feira por volta do meio dia e fomos para o nosso hotel, o Mabu Thermas Gran Resort. Peguei um táxi no aeroporto que no taxímetro custou R$ 35,00. Dica: no aeroporto, no balcão, dava para pagar esse mesmo valor no cartão de crédito, fazendo um trecho “pré-pago”. Nesse dia, ficamos só no hotel e aproveitamos a piscina e a estrutura de lazer, que é bem legal.
Na quinta, o tempo estava feio, chuvoso, e não queríamos ir para as cataratas porque algumas crianças do grupo (erámos 4 adultos e 4 crianças) estavam gripadas e um pouco febris.

Optamos por ir conhecer o Dreamland, complexo composto por 3 atrações: Museu de Cera, Maravilhas do Mundo e Parque dos Dinossauros.

Foto: aqui
Entrada do Dreamland e um Bumblebee
gigante pra nos recepcionar

A entrada (inteira) para cada um deles custa R$ 40,00, mas ao comprar um “combo” com os três o valor de adulto fica R$ 90,00. Crianças pagam meia sem desconto para combo, logo para os três atrativos R$60,00.
Olha, eu particularmente achei muitas das estátuas bem esquisitas. Tenho certeza que fazer uma réplica de alguém deve ser uma tarefa extremamente difícil, mas de algumas eu ri. Juro. Confesso. Vergonha. Vamos em frente…

Tipo:quem?
Ah, o adorado Santos Dumont, sobre quem já falei aqui

As crianças se amarraram, porque ao final havia Minions, Harry Potter, Fiona e vários outros personagens infantis. E muitas das estátuas eles nem conhecem, logo não podem ser críticos. Na saída, há cenários para posar com fotos, como se estivesse numa sala com o Homem-Aranha ou na Casa Branca. Tiramos as fotos, e custavam R$ 25,00 cada e R$ 40 se comprasse duas, se não me engano.
Do Museu de Cera fomos direto para o Maravilhas do Mundo. São maquetes expostas sobre lugares famosos, como o Taj Mahal, Pirâmides, Corcovado… Ah, e claro, havia um pouco de Disney no meu caminho:

Castelo no Maravilhas do Mundo

Ouvi críticas de que o local é fraco. Mas eu particularmente gostei. É uma forma de explicar às crianças sobre vários monumentos do mundo, contextualizar em um pouco de história. Então, achei que valeu o passeio.
O Parque dos Dinossauros deixamos para outro dia, pois chovia muito. Os ingressos valiam por 30 dias, logo deixamos para arriscar em outro momento.
De lá saímos e resolvemos almoçar na Argentina.
Por sugestão do motorista que nos levou (ao final falo mais sobre esse esquema), fomos no A Piacere, em Puerto Iguazu. Comemos bem, tomamos Quilmes geladinha, teve até panqueca de doce de leite de sobremesa. Um programa bacana, aquele almoço gostoso, com carne muito boa e preço honesto! Paguei para minha família o valor de R$ 157,00 (já convertidos, incluídos IOF do cartão). Achei super justo para o que foi!
Saindo de lá, já que estávamos mesmo na Argentina, aproveitamos para ir ao Icebar.

E o que é o Icebar: é na verdade tipo um container onde a temperatura chega a -10o C. Durante o tempo que ficamos lá dentro, pode-se desfrutar de open bar de drinks feitos na hora por um barman. A entrada para adulto é por volta de R$ 60,00; crianças a partir de 7 anos pagavam meia.

 

Ante-sala para começar o preparo

Eles tem uma sequência de horários, como chegamos cedo (por volta das 16h) não pegamos fila. Entramos junto com o próximo grupo que entraria.
Você entra numa ante-sala e põe casaco e luvas. As pernas são por sua conta – e eu estava de short no dia, e com uma sapatilha de solado de couro. Resultado: com 10 minutos dentro do “freezer” comecei a achar que meu pé ia gangrenar. Brincadeiras à parte, sugiro fortemente ir com um sapato com sola de borracha (tênis ou algum outro que isole o frio).

Preparando pro frio

Antes de entrar no bar propriamente dito, passa-se por uma câmara mais fria, para já começar a ambientação. Eles informam que você pode sair antes e ficar naquela salinha, se precisar. Mas se sair dessa sala, não se pode mais voltar. Minha pequena e uma sobrinha entraram, mas elas só deram conta de uns dez minutos lá dentro.

Fingindo que está tuuuuudo bem…
Galera passando um friozinho

 

 

 

Uma das características que gostei: a música! Era barzinho tipo balada. Frio, mas com música boa e animada. Você recebe um copo de gelo e logo avisam que se quebrar… Já era. Ele vai ser seu companheiro na meia hora de frio!

 

 

Os drinks não são nada de outro mundo, mas você pode pedir para barman misturar as bebidas a seu critério. Logo, é uma experiência divertida. O que é mais engraçado: apesar de ter passado muito frio, minha pequena diz que quer ir de novo ao “bar de gelo”. Achei que valeu a visita. Agora, se você não bebe, não curte música de balada, e detesta frio… Não é para você. Na área externa há um bar, que imagino ser necessário para dias em que está muito cheio… Deve ser melhor fazer hora no barzinho do que em pé, esperando.
Voltamos e jantamos no hotel. As noites no hotel vinham com atividades de recreação. Às vezes, por estarem cansados, nossos pequenos não iam. Mas houve dias em que participaram, como por exemplo quando houve uma caça ao tesouro, onde havia animadores vestidos de piratas que rodaram toda a área social do hotel em busca de pistas. Vi muitas crianças (mais velhas um pouco) sozinhas com a recreação. Mas eu sou meio cismada e ia vendo tudo de longe, olhando onde estava cada um dos meus quatro pequenos do grupo. Foi divertido e eles curtiram. O hotel realmente pensa em crianças e entretenimento para a turminha (desde que os pais não sejam surtados de ficar acompanhando, que nem eu).

 

Caça ao tesouro rodando pelo hotel

Na sexta-feira o tempo amanheceu novamente ruim. Fomos logo ao Parque dos Dinossauros, pois o tempo ficava meio chove e não molha, e só teríamos o dia seguinte para ir às cataratas.

 

 

 

É um passeio bem arrumado, e a pequena se amarrou. Ela está numa fase de curtir dinossauros, logo se divertiu. Viu os filhotes, ficava encantada com os grandões e com os sons dos bichos. Encerrando o trio de atrações do Dreamland, acho que saímos no lucro. Acho que é o tipo de passeio que vale conhecer, caso você tenha tempo e disponibilidade na sua viagem. Dá para ocupar um dia com coisas diferentes, e se estiver com crianças, há muito o que explicar…
Optamos por em seguida ir ao Parque das Aves, que é uma grande área de cuidado e criação de “voadores”. A entrada custava R$ 30 por adulto, menores de 9 anos não pagavam. Você parece andar dentro de uma floresta de fato, e há diversos tipos de animais. Há criadouros de borboletas, de araras… Um barato para quem gosta de ver animais de perto.

 

Essas duas fotos acima foram feitas pelo maridão

 

Havia wifi no parque, mas não lembro de
conseguir conectar

O viveiro de araras era incrível…
Nesse dia almoçamos num restaurante mais afastado do nosso hotel… Chegamos para almoçar já tarde, acho que depois das 15h… E ainda por cima era Sexta-feira Santa. Não me lembro o nome do restaurante, porque não me marcou positivamente. A comida era média e o atendimento também… Não curti.

No sábado chegou o dia do grande passeio: cataratas! Marcamos cedo com o motorista que nos levaria. Saímos do hotel por volta das 8:45, pois quanto mais cedo, menos fila. Pelo que notamos, demos sorte! Chegamos e não pegamos filas nos ônibus que fazem o trajeto da entrada até as cataratas. O ingresso para as cataratas custava R$ 34,30 para adulto e R$ 9,00 para crianças, como vemos abaixo. Aceitavam cartão de crédito e inclusive ao lado dos guichês havia caixa eletrônico do Banco do Brasil.

As cataratas são INCRÍVEIS! Um volume de água que faz a gente não se conformar em haver seca em diversos pontos desse nosso globo. O ônibus nos deixa num ponto onde se começa uma caminhada por um trilha. Escadas e sobe e desce tornam o lugar pouco acessível, na minha opinião. Somente no final dessa trilha, onde há a passarela para chegar perto dos saltos, há uma área mais plana – e no final de trilha também há um elevador panorâmico. Meu cunhado disse que viu um cadeirante por ali. A trilha já é bem pouco acessível para cadeirantes, na minha opinião. Vi pessoas com carrinhos de bebê tendo que fazer um certo sacrifício para andar os caminhos. Além do sobe e desce, o caminho é relativamente estreito para a quantidade de gente que transita. Fica difícil trafegar com carrinho.
Há vários pontos estratégicos para fotos, com alguns mirantes que ficam bem cheios. Mas o passeio é lindo demais. Mesmo com o dia chuvoso, há beleza para onde se olha.

Primeira parada ao saltar do ônibus 

 

 

No caminho todo – exceto na passarela perto dos saltos – a gente vê quatis rodeando os visitantes! Apesar dos reiterados avisos de não alimentar os bichos, vimos gente comprando bolinho pronto para dar para eles… Não sei o que passa na cabeça das pessoas; ver esse desrespeito às normas foi um daqueles momentos que perdi a fé na humanidade. Mas, em seguida, olhei para as cataratas e recobrei a esperança. As águas são um espetáculo maravilhoso! Uma energia indescritível.

Quatis livres. leves, soltos e gulosos por besteiras! Não alimente os quatis!

 

Passarela no lado brasileiro que chega mais perto dos saltos
Tomando lufadas de água ao final do passeio

Ao final do passeio optamos por ir logo fazer o Macuco Safari. Esse é um passeio dentro do parque nacional em que, ao final, o visitante pega um barco e literalmente toma um banho de cachoeira. Custa caro (R$ 198,00 por adulto que faz o passeio completo). Chegamos na estação e de lá pegamos um carro elétrico que vai adentrando a mata. Com sorte, dá para ver animais. Vimos um cervo que, obviamente, não consegui fotografar… Foi muito rápido. No carro a guia vai explicando sobre a fauna e a flora, e no nosso caso ela falava em português, inglês e espanhol.

 

 

Nossa guia trilíngue!

Após esse passeio, chegamos na estação onde pegamos o barco. Ao que parece, demos sorte, pois não houve fila. E dizem que normalmente as filas são longas! Não levei celular porque sou um tanto descuidada… Não queria deixá-lo no fundo das águas… Logo, não tenho fotos do meu passeio. Mas tirei as seguintes do site do Macuco Safari, para dar uma ideia do que é:

 

O piloto nos leva o mais próximo da catarata que pode. No nosso caso, chegamos perto da primeira queda, aí ele literalmente passa “debaixo” da água. Não deve ser bem debaixo, mas é perto o suficiente para vir um tanto de água que você não consegue nem abrir os olhos… É muita água. Bem divertido! Depois, ele faz umas voltas no meio do rio com umas curvas bem fechadas, deixando um dos lados do barco muito perto da água – meu marido podia por a mão, por exemplo, só devido à inclinação. Os próprios funcionários que vão no barco filmam e tiram fotos do passeio, que você pode comprar ao sair. Não lembro agora quanto era a foto e o combo de filmagem (falha da blogueira), mas aceitam cartão para tudo lá! Achei no site oficial um vídeo, link aqui, que mostra mais sobre o programa. Existem outros passeios possíveis, mas dessa vez, fizemos só esse porque várias das crianças não quiseram ir, apesar de poderem. Como disse, o passeio com o barco custa R$ 198,00 para visitantes maiores que 12 anos; R$ 99 para crianças de 7 a 12 anos que vão fazer o barco; abaixo de 6 anos é gratuito. O Macuco Só Selva custa a metade dos valores. Como no nosso grupo havia pessoas que não iriam ao barco, tínhamos quem vigiasse nossas coisas. Mas, se não for o seu caso, eles possuem armários para aluguel. Também informam no site que são acessíveis em todo o percurso. Bacana isso. Eles aceitam cartão de crédito para tudo, inclusive para comprar na lojinha de lembranças/lanchonete.
É um passeio caro? Para o padrão médio do brasileiro, sim. Mas vale a pena? Eu achei que sim. É aquele passeio que você faz uma vez, não precisa ficar repetindo! É uma oportunidade ímpar. Achei que valeu o custo! Recomendo, se couber no seu orçamento.

Saímos de lá e voltamos para almoçar. No final da trilha, no ponto onde há lojas e de onde saem os ônibus para a entrada do parque, há um restaurante buffet que já tinham nos recomendado. É, na verdade, o único dentro do parque. Além dele, só lanchonetes. O restaurante é o Porto Canoas (jurava que era outro nome) e funciona num esquema de buffet.

Área externa do restaurante

 

 

 

Fotos acima do buffet e área interna – todas tiradas por nós

Era R$ 58,00 por pessoa – não cobraram as crianças. É um salão grande, e há uma varanda sobre o rio que é deliciosa. Os quatis também frequentam o restaurante, certamente na esperança de ganhar alguma rebarba…

Olha o quati tentando filar comida

Não sei se era a fome ou o encantamento geral, mas achei a comida bem boa. Havia variedade, bastante salada, peixe. Como era sábado, ainda havia feijoada. Música ao vivo super de boa qualidade! Uma moça cantando um repertório agradável e que embalou o fim da tarde.
Comemos bem e voltamos para o hotel! Encerramos os passeis com chave de ouro!
Como nos outros dias – pelo cansaço e pela meia pensão – jantamos no hotel.
Dessa vez, devido ao público do nosso grupo, não fizemos alguns passeios que dizem ser muito legal: fazer a visita técnica a Itaipu e ir ao lado argentino das cataratas. Ambos deixamos para uma próxima visita, quando todos estiverem mais velhos e aguentarem mais o passeio.
Nos falaram que o lado argentino das cataratas é ainda mais bonito e organizado (e olha que achei o brasileiro super bem organizado). Pelo lado argentino há mais trilhas e também um passeio de barco, como o Macuco. Mas dizem (e a gente nota só de olhar) que as trilhas são mais longas e sacrificantes. Não dava para ir com criança pequena, que era parte do nosso público nesse viagem.
Tenho uma amiga que sempre vai e fica no lado argentino, no hotel do cassino, e super ama! Ela vai com a família e aproveitam muito. Fica uma dica para quem curte um jogo e quer conhecer um hotel bem bacana, mas com uma proposta diferente. Olhando o site já me deu aquela vontade de conhecer.

Sobre o hotel, acho que vale detalhar mais!

Ao chegar no hotel, havia uma banca de pipocas e uma mesa com bebidas não alcoólicas para recepcionar os hóspedes.

 

 

 

Agrados na entrada do hotel 

Chegamos cedo e nosso quarto ainda não estava disponível. Fomos almoçar e acabamos optando por comer lá mesmo, no buffet do hotel. Custava R$78,00 por pessoa (o que achei bem pesado), mas incluía bebidas não alcoólicas e sobremesa. No fim, se saíssemos para comer, considerando o táxi de ida e volta, talvez gastássemos a mesma coisa. Ah, a pequena, por ter 5 anos, não pagava.

Em seguida fomos rodar para ver o hotel. Encontramos de cara a sala de recreação das crianças. Tudo para elas no hotel é temático do Sítio do Pica-Pau Amarelo. A pequena já ficou lá fazendo atividades como montar um chaveiro que era o Visconde de Sabugosa.

 

 

 

 

A sala das crianças, temática do Sítio do Pica-pau Amarelo

Quando eram umas 14:15h fomos de novo à recepção e já haviam liberado nosso quarto (o check in oficial era às 15). O hotel tem uma área nova, que é a Ala Tropical. Nós ficamos na outra,a Cataratas, mas o quarto nos atendeu perfeitamente.

 

O blackout funcionava muuuuito bem! 

 

 

O banheiro era bom, mas nota-se o passar do tempo. O chuveiro podia ser renovado, apesar de antigo, funcionava bem, logo, não houve problemas. O que achei legal é que havia uma tomada 220v – lá na cidade a voltagem é 110v. Só quem carrega secador de cabelo entende a necessidade de uma tomada na voltagem correta.

Cofre daqueles antigos, onde você pega o tambor da chave
Isso achei que podiam ter trocado já por um digital

Familiares ficaram na área Tropical e o que posso dizer do pouco que vi: ela é nova, então a configuração do quarto é um pouco maior, os banheiros são mais bonitos e há uma cama maior. Mas para nossa família (2 adultos e uma pequena de 5 anos) o quarto da ala antiga atendeu bem. Ele não tem carpete, o que para mim é um grande ganho.

Uma coisa que acho que podiam melhorar: o cofre é aquele que você encaixa o tambor. Você tem que carregar a chave para lá e para cá. Acho que trocar por um digital seria uma facilidade para os hóspedes.
Nesse primeiro dia ficamos no hotel, e lá há um Sítio do Pica-Pau Amarelo mesmo, com direito à Dona Benta contando histórias e Tia Anastácia fazendo bolinho de chuva.

Aliás, a recreação foi bem legal! Minha filha foi na tirolesa diversas vezes e queria sempre mais.

Lago da tirolesa do hotel

Eu também fui, mas me diverti mais com a alegria dela do que propriamente indo.

Aproveitamos a “praia termal” do hotel: piscina com água à temperatura de 32 graus, uma delícia!

 

 

Achei bacana a preocupação com a acessibilidade

Nosso pacote previa meia-pensão (café-da-manhã e jantar). O jantar era bem bacana, o restaurante é muito grande. Os funcionários super solícitos e a comida bem gostosa. Bastante variedade e opções para todos os gostos. No café, por exemplo, havia bolos e leite sem lactose. Acho esses cuidados muito legais.

 

Coisas importantes para quem viaja com crianças:
copa e fraldário nas áreas comuns do hotel

Uma coisa positiva do quarto: o black out! Deus, como funcionava! Se não abrisse a cortina, não dava para distinguir se era dia ou noite! Bom demais para garantir aquela noite de sono que quem está de folga busca.

No domingo de Páscoa, fomos acordados às 7:30 da manhã – sério! – pelo Coelhinho da Páscoa. Na boa, levei um susto. E eu estava meio gripando, então achei ruim esse despertador. Entendo a boa vontade da equipe… Mas achei cedo – especialmente porque eu estava bem mal de gripe e porque havia o “não perturbe” na porta. Falei isso com a responsável da animação, que explicou um pouco sem graça que não daria tempo de entregar os ovos a todas as crianças se não começassem cedo. Achei a ideia genial. A execução é que requer ajustes. Maridão foi lá, recebeu o ovo – um Nestlé de 200 g – e voltamos a dormir. Já no quarto dos familiares, o coelhinho chegou às 8:30, as crianças já estavam acordadas e foi a maior farra.
Bom, saímos depois do sono quebrado para o café da manhã. Nesse dia havia a previsão de encontro com os personagens do Sítio. Mas logo ao sair já encontramos com os coelhinhos da Páscoa, que já deviam ter terminado a missão de entregar os ovos. Eles ficaram ali no lobby um pouco e em seguida foram para o salão do café, onde fizeram fotos com vários hóspedes.

 

Também os personagens do Sítio tiraram fotos e depois foram para o restaurante confraternizar.

 

Depois do café ainda fomos com as crianças para o clubinho, mas nosso voo de volta era cedo, logo saímos do hotel umas 11h da manhã. Uma pena.

A viagem deu um gostinho de quero mais! Dava para ter ficado pelo menos mais uns dois dias…
Mas a vida segue, a rotina volta e os compromissos se avolumam. Pelo menos recarregamos as baterias num passeio tão bacana!
Super recomendo Foz do Iguaçu.

DICAS GERAIS:
Bom, algumas coisas importantes:

  • Se você pretende visitar a Argentina, lembre que é necessário documento com foto (passaporte ou RG – não serve carteira de motorista, profissional, etc). Inclusive para crianças! Se for levar o passaporte, atente se é o modelo antigo, onde a filiação não fica explícita – nesse caso, leve também certidão de nascimento.
  • Cheque o tempo antes da viagem, mas leve roupa para qualquer tempo. Na semana vimos que a temperatura estaria alta, acima de 25 graus. E o tempo estaria bom. No entanto, pegamos essa previsão apenas no primeiro e no último dia. Os demais três foram de chuva, e eu não estava deveras preparada para isso. Peguei casaco do marido e não levei uma calça decente para passeios. Resultado: por essa e por outras que acabei de short no Icebar. Então, leve sempre umas roupas que não estão tão alinhadas com o clima.
  • Leve capinhas de chuva, se tiver! Para as cataratas, mesmo em dia de sol, elas serão úteis. Ou então leve logo outra muda de roupa. Eu levei outra blusa, pois sabia que iria ao Macuco Safari, então sabia que mesmo de capa iria me molhar. Avalie seu programa e se proteja de uma gripe no meio da viagem.
  • Transporte: acabamos negociando uma van direto na porta do hotel, pois nosso grupo era grande. O motorista foi atencioso e resolveu muitas coisas para nós, como a documentação para entrar na Argentina: nem precisamos descer da van. Combinamos os preços para ir a cada lugar. Chegando no Dreamland fomos combinando quanto seria para ir à Argentina. Lá, deu vontade de ir no Icebar e fomos renegociando. Acho que isso é o que funciona: ir negociando claramente o preço dos “fretes”, para não tomar susto (tipo um dia havíamos combinado um preço para ir almoçar perto do hotel; como mudamos para um lugar mais longe, na hora de pagar ficou mais caro – mas não tínhamos entendido que seria assim, e ficou aquele climão). Deixe tudo muito combinado, pois negociando a gente se entende e não se estressa. Veja se acha o valor razoável e vá em frente.
Espero que esse relato possa ajudar em uma possível viagem a Foz. Não tenho a intenção de esgotar tudo o que é possível, até porque quem viaja com crianças sempre tem que fazer as coisas num ritmo diferente. Não conhecemos bons restaurantes em Foz, e tenho certeza que existem vários. Por isso já penso em voltar! Há passeios, restaurantes e lugares a explorar! Você tem alguma dica de Foz para a minha próxima viagem? Compartilhe nos comentários, pois pode ajudar alguém que precise!

 

3 comentários em “Foz do Iguaçu – Maravilhas do nosso Brasil

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